SEFAC participa de live sobre segurança no trânsito

Há quatro anos a SEFAC promove o Maio Amarelo na empresa para conscientização da segurança no trânsito.
O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. Tem por proposta chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O amarelo faz alusão à atenção dos sinais de trânsito.

Este ano, respeitando as regras do distanciamento social por causa da pandemia do novo coronavírus, a convite da CSC Energia, a SEFAC participou, com outras empresas clientes, de uma palestra online transmitida ao vivo sobre o tema, no dia 20 de maio.

Ministrada pelo subtenente Ronildo Amauri Lopes, da Policia Militar Rodoviária de Santa Catarina, a palestra trouxe informações esquecidas ou não sabidas, que não são habituais nessas abordagens.

O subtenente abriu sua exposição nos lembrando de que quando pensamos em trânsito, pensamos somente em automóveis. E tem razão. No entanto, adverte, o conceito é bem mais abrangente, engloba pessoas, animais, veículos, ciclistas, e que essa descrição está prevista no Código de Trânsito brasileiro.
Para um correto desempenho seria preciso seguir o que ele aponta como os três ‘Es’: educação [respeito às regras], esforço legal [a fiscalização] e engenharia de tráfego [condições das vias e estradas], tripé que deveria nortear nosso comportamento nas ruas. Contudo, “infelizmente, só a fiscalização é o fator que contribui para haver um índice menor de acidentes”, disse Ronildo.
O subtenente Ronildo também apresentou distinções relevantes quanto ao procedimento do motorista: a imperícia, por não ter habilidade; a imprudência, por não obedecer às regras; a negligência, o “não estou nem aí”, que afetará não só o próprio motorista como terceiros.
Ressaltou os cuidados básicos ao dirigir respeitando a distância entre seu carro e o outro: em geral manter 30 metros no perímetro urbano. Ao acontecer um acidente ou o carro enguiçar, a que distância se coloca o triângulo? Ele explica que em uma rodovia cuja velocidade permitida são 60 km, deve-se contar 60 passos a partir da traseira do carro.

Claro que foram abordados assuntos que não mais precisariam ser abordados, caso a educação no trânsito fosse respeitada, como o uso do celular, o cinto de segurança, o uso de capacetes pelos motociclistas e ciclistas, o respeito ao semáforo, o teor alcoólico, entre outros.
“Se você for um bom pedestre, será um bom motorista”, é uma das colocações do subtenente Ronildo que podem resumir sua palestra.

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