Programas Ambientais
Meio Físico
Monitoramento contínuo dos elementos físicos do território afetado pela UHE Serra do Facão — solo, água, clima e estrutura geológica.

Meio Físico
Monitoramento Sismológico
O monitoramento sismológico da Usina Hidrelétrica Serra do Facão possibilita maior conhecimento das atividades sísmicas naturais, locais e regionais e permite acompanhar possíveis atividades sísmicas induzidas.
A estação sismográfica da UHE Serra do Facão começou a operar em março de 2009. Seu funcionamento foi estruturado para coletar informações automáticas durante o enchimento do reservatório, após sua formação e durante todo o período de concessão.
A estação sismográfica da UHE Serra do Facão começou a operar em março de 2009. Seu funcionamento foi estruturado para coletar informações automáticas durante o enchimento do reservatório, após sua formação e durante todo o período de concessão.

Meio Físico
Monitoramento do Lençol Freático
O monitoramento do lençol freático executado pela Serra do Facão Energia tem por objetivo saber se a pressão causada pelo acúmulo de água do reservatório interfere na quantidade e no fluxo das águas subterrâneas de seu entorno. Para tanto, os estudos abrangem também as características geológicas e do relevo, pois elas influenciam no fluxo, manutenção, quantidade e qualidade das águas subterrâneas.
As atividades iniciaram em julho de 2008, um ano antes do enchimento do reservatório e se estendem até o momento.
As atividades iniciaram em julho de 2008, um ano antes do enchimento do reservatório e se estendem até o momento.

Meio Físico
Monitoramento Climatológico
Uma das dúvidas mais frequentes da população, sobretudo a dos municípios afetados por empreendimentos hidrelétricos, é saber se a formação do reservatório alterou ou alterará o clima e /ou as condições climáticas da região.
A utilização de um banco de dados, interligado às estações climatológicas regionais, permitiu acompanhar a evolução e a relevância dos parâmetros climatológicos antes, durante e após a formação do reservatório.
A estação climatológica está em operação desde abril de 2009. Os dados coletados são analisados em conjunto com as informações obtidas nas estações meteorológicas automáticas instaladas nos municípios de Cristalina (GO), Catalão (GO), Pires do Rio (GO) e Guarda-Mor (MG), compondo assim um panorama das variações climáticas de toda a região do entorno do reservatório e permanecerá ativa durante todo o período de operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, gerando informações climatológicas para operação do empreendimento e execução dos programas ambientais.
A utilização de um banco de dados, interligado às estações climatológicas regionais, permitiu acompanhar a evolução e a relevância dos parâmetros climatológicos antes, durante e após a formação do reservatório.
A estação climatológica está em operação desde abril de 2009. Os dados coletados são analisados em conjunto com as informações obtidas nas estações meteorológicas automáticas instaladas nos municípios de Cristalina (GO), Catalão (GO), Pires do Rio (GO) e Guarda-Mor (MG), compondo assim um panorama das variações climáticas de toda a região do entorno do reservatório e permanecerá ativa durante todo o período de operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, gerando informações climatológicas para operação do empreendimento e execução dos programas ambientais.
🔗 Acesso à Estação Climatológica
URL: externo.aguaesolo.com | Login: sefac@sefac.com.br | Senha: Se@2024fac$

Meio Físico
Monitoramento e Controle das Condições de Erosão
O uso e ocupação do solo do entorno da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, bem como as alterações ambientais, que ocorreram durante e após o enchimento do reservatório podem interferir nas condições de estabilidades das encostas e barrancos dos rios, contribuindo para ocorrência de erosões e deslizamento de terra.
Na área de abrangência do empreendimento, predominam áreas de vegetação nativa preservada. No entanto, a realização de atividades como cultivo de pastagens e abertura de acessos aumentam a degradação da mata nativa, o que favorece a ocorrência de zonas críticas de erosões, demandando ações de monitoramento e regeneração da cobertura vegetal.
O Programa de Monitoramento e Controle das Condições de Erosão iniciou dois anos antes do enchimento do reservatório, tendo sido feito estudo detalhado das encostas do reservatório e seu entorno a fim de identificar e caracterizar os locais mais suscetíveis a instabilidade e erosões.
Com base nos dados obtidos, foram elaborados projetos para aplicação de medidas de contenção e proteção superficial em 11 locais. Os procedimentos mecânicos ou biológicos adotados consideram a especificidade de cada propriedade rural onde se encontra o foco erosivo em função do uso e da ocupação.
Com o enchimento do reservatório, o monitoramento concentrou-se também na Área de Preservação Permanente (APP) e na faixa de depleção do lago, onde foram cadastrados novos focos erosivos devido ao empuxo provocado pela massa de água quando do seu recuo ou pelas ondas geradas pelo vento na grande lâmina de água do reservatório. Após a identificação, os novos focos passaram a ser monitorados.
Na faixa de deplecionamento, as vistorias para controle de focos erosivos são realizadas usando o barco. No entorno do reservatório e nas Áreas de Preservação Permanente – APPs –, o acompanhamento, por meio de inspeções periódicas, é feito com base na leitura das estacas instaladas, que indicam o avanço e a deposição de sedimentos nesses focos erosivos. De forma regular e tecnicamente recomendável, a Sefac faz a intervenção no foco erosivo.
Na área de abrangência do empreendimento, predominam áreas de vegetação nativa preservada. No entanto, a realização de atividades como cultivo de pastagens e abertura de acessos aumentam a degradação da mata nativa, o que favorece a ocorrência de zonas críticas de erosões, demandando ações de monitoramento e regeneração da cobertura vegetal.
O Programa de Monitoramento e Controle das Condições de Erosão iniciou dois anos antes do enchimento do reservatório, tendo sido feito estudo detalhado das encostas do reservatório e seu entorno a fim de identificar e caracterizar os locais mais suscetíveis a instabilidade e erosões.
Com base nos dados obtidos, foram elaborados projetos para aplicação de medidas de contenção e proteção superficial em 11 locais. Os procedimentos mecânicos ou biológicos adotados consideram a especificidade de cada propriedade rural onde se encontra o foco erosivo em função do uso e da ocupação.
Com o enchimento do reservatório, o monitoramento concentrou-se também na Área de Preservação Permanente (APP) e na faixa de depleção do lago, onde foram cadastrados novos focos erosivos devido ao empuxo provocado pela massa de água quando do seu recuo ou pelas ondas geradas pelo vento na grande lâmina de água do reservatório. Após a identificação, os novos focos passaram a ser monitorados.
Na faixa de deplecionamento, as vistorias para controle de focos erosivos são realizadas usando o barco. No entorno do reservatório e nas Áreas de Preservação Permanente – APPs –, o acompanhamento, por meio de inspeções periódicas, é feito com base na leitura das estacas instaladas, que indicam o avanço e a deposição de sedimentos nesses focos erosivos. De forma regular e tecnicamente recomendável, a Sefac faz a intervenção no foco erosivo.

Meio Físico
Monitoramento Hidrossedimentológico
O monitoramento hidrossedimentológico permite acompanhar a evolução da deposição de sedimentos no rio São Marcos, no trecho do reservatório da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, e avaliar os aportes das descargas líquidas e sólidas, como também os teores de concentração de sedimentos em suspensão a fim de subsidiar a proposição de medidas mitigatórias, caso necessário.
As atividades foram iniciadas em 2007, ainda durante a fase de implantação do empreendimento, e serão realizadas durante todo o período de operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão.
As atividades foram iniciadas em 2007, ainda durante a fase de implantação do empreendimento, e serão realizadas durante todo o período de operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão.

Meio Físico
Limpeza da Bacia de Acumulação
O Programa de Limpeza da Bacia de Acumulação da Serra do Facão Energia foi desenvolvido com o objetivo de manter a qualidade da água do reservatório, a fauna e a flora local, as condições de usos múltiplos do lago e a saúde da população.
O levantamento florístico e fitossociológico forneceu dados sobre a quantidade da biomassa que deveria ser suprimida para evitar que gases resultantes da decomposição da vegetação submersa causasse eutrofização da água, ou seja, falta de oxigênio para a vida aquática. Possibilitou também identificar remanescentes vegetais que, interligados à mata ciliar, pudessem acolher a fauna local e mapear árvores a serem doadas aos proprietários dos imóveis rurais onde elas se localizavam.
A doação de lenha e de toras aos moradores lindeiros, para utilização na propriedade rural, respeitou as autorizações emitidas pelo IBAMA e a assinatura de um termo de recebimento entre proprietários e SEFAC.
Para eliminar fontes de contaminação de água por organismos causadores de doenças, foi realizada a remoção de todas as benfeitorias nas propriedades de moradores remanejados e posterior desinfecção de fossas, currais, pocilgas e similares.
As informações sobre a circulação da fauna silvestre orientaram o planejamento da condução do desmatamento no Plano de Supressão Vegetal da Bacia de Acumulação, adequando os procedimentos de modo a facilitar o deslocamento espontâneo da fauna silvestre. A supressão foi organizada em frentes de trabalho, acompanhadas por equipes de resgate da fauna e da flora, minimizando a perda de carga genética das espécies atingidas pelo desmatamento.
Após aprovação do Plano de Supressão Vegetal e liberação das Autorizações de Supressão da Vegetação, ambas emitidas pelo IBAMA, iniciaram as atividades de demarcação topográfica e abertura de acesso aos fragmentos selecionados, roçada e derrubada da vegetação, limpeza das áreas destinadas a galharia (restos de galhos, folhas, flores, frutos), baldeio das lenhas e toras, transporte para pátios de enleiramento, além de estoque e cubagem para posterior comercialização.
Como etapa final deste programa, houve a destinação econômica do material lenhoso gerado pelas atividades de supressão vegetal, a maior parte do material foi doado aos proprietários lindeiros e comercializado com empresas da região em forma de lenha.
Para o remanescente do material que ficou estocado em pátios de armazenagem, a SEFAC implantou um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a seleção de rota tecnológica mais adequada ao aproveitamento energético integrado dos resíduos florestais lenhosos oriundos de desmatamento da bacia de reservatórios artificiais.
As diversas ações desenvolvidas atenderam às exigências legais, proporcionando total segurança ao enchimento do reservatório e operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão.
O levantamento florístico e fitossociológico forneceu dados sobre a quantidade da biomassa que deveria ser suprimida para evitar que gases resultantes da decomposição da vegetação submersa causasse eutrofização da água, ou seja, falta de oxigênio para a vida aquática. Possibilitou também identificar remanescentes vegetais que, interligados à mata ciliar, pudessem acolher a fauna local e mapear árvores a serem doadas aos proprietários dos imóveis rurais onde elas se localizavam.
A doação de lenha e de toras aos moradores lindeiros, para utilização na propriedade rural, respeitou as autorizações emitidas pelo IBAMA e a assinatura de um termo de recebimento entre proprietários e SEFAC.
Para eliminar fontes de contaminação de água por organismos causadores de doenças, foi realizada a remoção de todas as benfeitorias nas propriedades de moradores remanejados e posterior desinfecção de fossas, currais, pocilgas e similares.
As informações sobre a circulação da fauna silvestre orientaram o planejamento da condução do desmatamento no Plano de Supressão Vegetal da Bacia de Acumulação, adequando os procedimentos de modo a facilitar o deslocamento espontâneo da fauna silvestre. A supressão foi organizada em frentes de trabalho, acompanhadas por equipes de resgate da fauna e da flora, minimizando a perda de carga genética das espécies atingidas pelo desmatamento.
Após aprovação do Plano de Supressão Vegetal e liberação das Autorizações de Supressão da Vegetação, ambas emitidas pelo IBAMA, iniciaram as atividades de demarcação topográfica e abertura de acesso aos fragmentos selecionados, roçada e derrubada da vegetação, limpeza das áreas destinadas a galharia (restos de galhos, folhas, flores, frutos), baldeio das lenhas e toras, transporte para pátios de enleiramento, além de estoque e cubagem para posterior comercialização.
Como etapa final deste programa, houve a destinação econômica do material lenhoso gerado pelas atividades de supressão vegetal, a maior parte do material foi doado aos proprietários lindeiros e comercializado com empresas da região em forma de lenha.
Para o remanescente do material que ficou estocado em pátios de armazenagem, a SEFAC implantou um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a seleção de rota tecnológica mais adequada ao aproveitamento energético integrado dos resíduos florestais lenhosos oriundos de desmatamento da bacia de reservatórios artificiais.
As diversas ações desenvolvidas atenderam às exigências legais, proporcionando total segurança ao enchimento do reservatório e operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão.

UHE Serra do Facão
GO 301 Km 7
Zona Rural
CEP 75730-000
(64) 3442 7256
Davinópolis – GO
Escritório Catalão
Av. 20 de Agosto, 1293,
2º andar | Centro
CEP 75701-010
(64) 3441 7200 | 0800 646 9010
Catalão – GO
Escritório Rio de Janeiro
Av. Afonso Arinos de Melo Franco, 222
Bloco 2B, Sala 266 Condomínio Barra Prime Barra da Tijuca | CEP 22631-455
(21) 3509 3050
Rio de Janeiro – RJ
