Programas Ambientais
Meio Biótico
Monitoramento e conservação da vida aquática, flora nativa, fauna terrestre e das espécies que compõem o ecossistema do entorno do reservatório.

Meio Biótico
Monitoramento Limnológico e de Qualidade da Água
Conhecer as variações físicas, químicas e biológicas do rio São Marcos, de seus principais afluentes e do reservatório da Usina Hidrelétrica Serra do Facão é indispensável para manter a qualidade da água e da proteção da vida aquática, bem como para acompanhar as adaptações e reorganizações das plantas que vivem nesses ambientes, as quais podem causar danos e desequilíbrios nos ecossistemas. Caso ocorram situações imprevistas, serão tomadas medidas corretivas e mitigadoras.
O Programa de Monitoramento Limnológico e de Qualidade da Água teve início antes da formação do reservatório e será executado durante todo o período de operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, registrando as características físicas, químicas e biológicas da água do rio.
O Programa de Monitoramento Limnológico e de Qualidade da Água teve início antes da formação do reservatório e será executado durante todo o período de operação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, registrando as características físicas, químicas e biológicas da água do rio.

Meio Biótico
Conservação da Fauna
O monitoramento da fauna, como um subprograma do Programa de Conservação de Fauna e Flora, começou em 2008 e foi encerrado em 2018, de acordo com o Parecer Técnico nº 70/2018-NLA-MG/DITEC. Durante os dez anos, teve por objetivo avaliar o efeito do enchimento do reservatório sobre a estrutura das comunidades faunísticas (monitoramento focal de longa duração) e desenvolver a caracterização da diversidade da fauna no mosaico ambiental da área (levantamento complementar), monitorando grupos da herpetofauna, avifauna e mastofauna.
A partir de 2018, o monitoramento de fauna e flora foi incorporado ao Programa de Recomposição Vegetal das Áreas de Preservação Permanente.
Dentre os objetivos do monitoramento de fauna estão:
– Buscar a manutenção da integridade da fauna da região do Cerrado na área afetada pelo UHE Serra do Facão;
– Contribuir para o aumento de informações científicas sobre a fauna do bioma Cerrado;
– Indicar as espécies que sofreram maiores impactos negativos com a instalação do UHE Serra do Facão;
– Identificar as espécies sinantrópicas, indicando o tipo de relação das espécies da fauna da região com o ser humano;
– Analisar a mudança na riqueza das espécies e na composição da comunidade de aves migratórias em decorrência da implantação e operação do empreendimento.
A partir de 2018, o monitoramento de fauna e flora foi incorporado ao Programa de Recomposição Vegetal das Áreas de Preservação Permanente.
Dentre os objetivos do monitoramento de fauna estão:
– Buscar a manutenção da integridade da fauna da região do Cerrado na área afetada pelo UHE Serra do Facão;
– Contribuir para o aumento de informações científicas sobre a fauna do bioma Cerrado;
– Indicar as espécies que sofreram maiores impactos negativos com a instalação do UHE Serra do Facão;
– Identificar as espécies sinantrópicas, indicando o tipo de relação das espécies da fauna da região com o ser humano;
– Analisar a mudança na riqueza das espécies e na composição da comunidade de aves migratórias em decorrência da implantação e operação do empreendimento.

Meio Biótico
Conservação da Flora
A área de abrangência do Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Serra do Facão caracteriza-se pela presença de fragmentos de vegetação nativa típica do bioma Cerrado, com alto grau de degradação devido às práticas de queimadas – uma cultura antiga, que permanece até hoje –, extração de madeira para produção de carvão e abertura de campos para cultivos agrícolas e formação de pastagens.
O levantamento florístico da área de influência do empreendimento ampliou as informações sobre as plantas nativas possibilitando a elaboração de uma lista de espécies vegetais e de seu valor biológico, a seleção e a demarcação de matrizes para coleta de germoplasma e de material herbário nas estações seca e chuvosa.
O diagnóstico da composição florística permitiu ainda mensurar o volume de madeira existente na área de inundação e adjacentes, fornecendo dados para a modelagem matemática, a partir da qual se pode calcular a quantidade de vegetação a ser suprimida para garantir a qualidade da água do reservatório.
Com os resultados dos estudos florísticos, foi possível definir as áreas prioritárias para recomposição da APP – Área de Preservação Permanente – do reservatório, os fragmentos potenciais para interconexão (formação de corredores ecológicos ) e soltura de animais, conhecer o estado de conservação dos fragmentos e a ocorrência de espécies ameaçadas – raras e endêmicas – e, portanto, fazer o mapeamento de locais mais suscetíveis à degradação, onde são importantes ações de revegetação e a proposição de planos de uso e manejo do entorno do lago.
O resgate e a preservação da flora contribuem para o conhecimento sobre a biologia da vegetação local.
Atualmente este subprograma atende à demanda do Programa de Recomposição Vegetal das Áreas de Preservação Permanente do reservatório da Serra do Facão, fornecendo germoplasma necessário para toda a produção de mudas. As atividades abrangem as diversas populações de diferentes espécies que se encontram na Área de Influência Direta (AID) e na Área de Influência Indireta (AII) do reservatório da Serra do Facão. As espécies foram definidas considerando a representatividade da flora local, status de conservação (raras ou ameaçadas de extinção), bem como o potencial de propagação dessas espécies em viveiro e desenvolvimento das mudas em campo.
Finalmente, objetiva realizar coleta de sementes vegetais, com elevado potencial reprodutivo, dos grupos de interesse que serão utilizados para a produção de mudas a serem utilizadas na recuperação das áreas afetadas pelo empreendimento e na recomposição das áreas marginais ao reservatório.
O levantamento florístico da área de influência do empreendimento ampliou as informações sobre as plantas nativas possibilitando a elaboração de uma lista de espécies vegetais e de seu valor biológico, a seleção e a demarcação de matrizes para coleta de germoplasma e de material herbário nas estações seca e chuvosa.
O diagnóstico da composição florística permitiu ainda mensurar o volume de madeira existente na área de inundação e adjacentes, fornecendo dados para a modelagem matemática, a partir da qual se pode calcular a quantidade de vegetação a ser suprimida para garantir a qualidade da água do reservatório.
Com os resultados dos estudos florísticos, foi possível definir as áreas prioritárias para recomposição da APP – Área de Preservação Permanente – do reservatório, os fragmentos potenciais para interconexão (formação de corredores ecológicos ) e soltura de animais, conhecer o estado de conservação dos fragmentos e a ocorrência de espécies ameaçadas – raras e endêmicas – e, portanto, fazer o mapeamento de locais mais suscetíveis à degradação, onde são importantes ações de revegetação e a proposição de planos de uso e manejo do entorno do lago.
O resgate e a preservação da flora contribuem para o conhecimento sobre a biologia da vegetação local.
Atualmente este subprograma atende à demanda do Programa de Recomposição Vegetal das Áreas de Preservação Permanente do reservatório da Serra do Facão, fornecendo germoplasma necessário para toda a produção de mudas. As atividades abrangem as diversas populações de diferentes espécies que se encontram na Área de Influência Direta (AID) e na Área de Influência Indireta (AII) do reservatório da Serra do Facão. As espécies foram definidas considerando a representatividade da flora local, status de conservação (raras ou ameaçadas de extinção), bem como o potencial de propagação dessas espécies em viveiro e desenvolvimento das mudas em campo.
Finalmente, objetiva realizar coleta de sementes vegetais, com elevado potencial reprodutivo, dos grupos de interesse que serão utilizados para a produção de mudas a serem utilizadas na recuperação das áreas afetadas pelo empreendimento e na recomposição das áreas marginais ao reservatório.

Meio Biótico
Conservação da Ictiofauna
O objetivo deste programa consiste em conhecer a estrutura e a dinâmica das espécies de peixes bem como seus hábitos e com base nesse conhecimento buscar a redução dos impactos sobre a ictiofauna da bacia do rio São Marcos na área de influência do AHE Serra do Facão.
O resgate da ictiofauna ocorreu nas fases do desvio do rio, construção das ensecadeiras (montante e jusante), enchimento do reservatório (fechamento das comportas), esvaziamento do túnel de desvio e continua ocorrendo nas paradas e retomadas das Unidades Geradoras da Usina Hidrelétrica Serra do Facão durante as manutenções programadas ou emergenciais.
Em outubro de 2017, teve início o monitoramento integrado da ictiofauna, cujas atividades são desenvolvidas com base no Estudo Integrado da Ictiofauna das hidrelétricas Serra do Facão e Batalha, que contemplam o monitoramento da ictiofauna e do ictioplâncton; a análise genética e o diagnóstico da pesca do rio São Marcos em pontos de amostragem nos reservatórios das respectivas usinas bem como a montante e a jusante, considerando as orientações do Ibama de se criar uma base de dados conjunta para realização de análises integradas com uniformidade metodológica.
Os principais objetivos resultantes desse estudo são identificar e minimizar os possíveis efeitos impostos pela construção das usinas hidrelétricas de Batalha e da Serra do Facão sobre a ictiofauna e subsidiar a tomada de decisão quanto à conservação das espécies de peixes do rio São Marcos e do manejo adequado do sistema de transposição de peixes da UHE Serra do Facão.
Em 2013 foi criado um projeto, que permanece durante o monitoramento integrado, para monitorar as espécies presentes no reservatório e analisar como se dá a migração dos peixes, marcando alguns espécimes. A fim de mobilizar a população, foi feita massiva campanha direcionada aos pescadores para que entreguem as marcações em lojas parceiras do projeto.
Nesse mesmo ano, a Sefac publicou o Guia de Peixes da UHE Serra do Facão como divulgação de espécies nativas do rio São Marcos, na área de influência da UHE Serra do Facão, registradas pela equipe executora do Programa de Conservação da Ictiofauna.
Em função de sua representatividade, 30 espécies foram escolhidas para ilustrar o guia, usando a técnica de lápis de cor e aquarela [ilustração científica], e descritas com linguagem técnica. Consta também a relação de 94 espécies identificadas à época. O guia foi doado para prefeituras e instituições de ensino dos municípios afetados pelo empreendimento.
O resgate da ictiofauna ocorreu nas fases do desvio do rio, construção das ensecadeiras (montante e jusante), enchimento do reservatório (fechamento das comportas), esvaziamento do túnel de desvio e continua ocorrendo nas paradas e retomadas das Unidades Geradoras da Usina Hidrelétrica Serra do Facão durante as manutenções programadas ou emergenciais.
Em outubro de 2017, teve início o monitoramento integrado da ictiofauna, cujas atividades são desenvolvidas com base no Estudo Integrado da Ictiofauna das hidrelétricas Serra do Facão e Batalha, que contemplam o monitoramento da ictiofauna e do ictioplâncton; a análise genética e o diagnóstico da pesca do rio São Marcos em pontos de amostragem nos reservatórios das respectivas usinas bem como a montante e a jusante, considerando as orientações do Ibama de se criar uma base de dados conjunta para realização de análises integradas com uniformidade metodológica.
Os principais objetivos resultantes desse estudo são identificar e minimizar os possíveis efeitos impostos pela construção das usinas hidrelétricas de Batalha e da Serra do Facão sobre a ictiofauna e subsidiar a tomada de decisão quanto à conservação das espécies de peixes do rio São Marcos e do manejo adequado do sistema de transposição de peixes da UHE Serra do Facão.
Em 2013 foi criado um projeto, que permanece durante o monitoramento integrado, para monitorar as espécies presentes no reservatório e analisar como se dá a migração dos peixes, marcando alguns espécimes. A fim de mobilizar a população, foi feita massiva campanha direcionada aos pescadores para que entreguem as marcações em lojas parceiras do projeto.
Nesse mesmo ano, a Sefac publicou o Guia de Peixes da UHE Serra do Facão como divulgação de espécies nativas do rio São Marcos, na área de influência da UHE Serra do Facão, registradas pela equipe executora do Programa de Conservação da Ictiofauna.
Em função de sua representatividade, 30 espécies foram escolhidas para ilustrar o guia, usando a técnica de lápis de cor e aquarela [ilustração científica], e descritas com linguagem técnica. Consta também a relação de 94 espécies identificadas à época. O guia foi doado para prefeituras e instituições de ensino dos municípios afetados pelo empreendimento.

Meio Biótico
Prevenção, Monitoramento e Controle de Espécies Exóticas Invasoras
O objetivo desse programa consiste em desenvolver medidas voltadas à prevenção, ao monitoramento e controle da introdução de espécies não nativas no reservatório da UHE Serra do Facão. As atividades vêm sendo executadas desde a aprovação do plano de ações do programa pelo IBAMA, em março de 2010.
Quanto ao mexilhão-dourado, há uma rede de monitoramento para identificar e avaliar a presença ou ausência do molusco, bem como de plantas aquáticas exóticas, e, quando necessário, determinar densidades e fazer o controle na região do reservatório.
Também é feito o levantamento das espécies de peixes não nativas ocorrentes na área do reservatório da UHE Serra do Facão e identificar os impactos que podem causar ao rio São Marcos. O programa ainda busca detectar e monitorar as atividades potencialmente introdutórias dessas espécies na região do reservatório.
A fim de informar a população ribeirinha dos municípios atingidos, a Sefac distribui material informativo produzido pela empresa em estabelecimentos comerciais, bem como participa de atividades realizadas nas comunidades e em instituições de ensino para esclarecer sobre os danos e prejuízos causados pela introdução de peixes não nativos, do mexilhão-dourado e de plantas aquáticas no rio São Marcos.
Quanto ao mexilhão-dourado, há uma rede de monitoramento para identificar e avaliar a presença ou ausência do molusco, bem como de plantas aquáticas exóticas, e, quando necessário, determinar densidades e fazer o controle na região do reservatório.
Também é feito o levantamento das espécies de peixes não nativas ocorrentes na área do reservatório da UHE Serra do Facão e identificar os impactos que podem causar ao rio São Marcos. O programa ainda busca detectar e monitorar as atividades potencialmente introdutórias dessas espécies na região do reservatório.
A fim de informar a população ribeirinha dos municípios atingidos, a Sefac distribui material informativo produzido pela empresa em estabelecimentos comerciais, bem como participa de atividades realizadas nas comunidades e em instituições de ensino para esclarecer sobre os danos e prejuízos causados pela introdução de peixes não nativos, do mexilhão-dourado e de plantas aquáticas no rio São Marcos.

Meio Biótico
Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)
A implantação do empreendimento exigiu uma intensa movimentação de terra e rocha para a construção da barragem, da casa de força, do vertedouro e das demais estruturas que compõem a Usina. Além disso, outras estruturas existentes no canteiro de obras, como alojamentos, escritórios, refeitório, ambulatório, oficinas e áreas de britagem e bota-fora também interferiram na cobertura vegetal, causando modificações na paisagem e descaracterizando as camadas dos solos que dão sustentação à vegetação. Com o término das obras, essas áreas foram recuperadas por meio de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), restabelecendo a relação solo-água-planta.
Para evitar que as áreas citadas fossem ainda mais degradadas, o planejamento das obras incluiu um plano de ocupação dos espaços que integrou técnicas de conservação dos remanescentes vegetais e de restabelecimento, se não igual, pelo menos o mais próximo possível das condições anteriores. As ações iniciaram com a coleta de sementes, de estacas ou mudas de espécies nativas retiradas de áreas próximas dos locais onde foi feita a remoção da vegetação para compor o viveiro do PRAD.
Durante a implantação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, esse viveiro também foi utilizado para atividades de educação ambiental com estudantes, professores e visitantes. Após a conclusão das obras, o viveiro disponibilizou espécies vegetais para recomposição de algumas das áreas degradadas, reintegrando-as aos remanescentes florestais, de forma a restabelecer a dinâmica ambiental, estética e social desses lugares.
Nos taludes que apresentavam instabilidade foram construídas estruturas de drenagem, aplicando técnicas de controle de erosão e conservação do solo, além do plantio de espécies vegetais. O preparo do solo foi feito por meio da descompactação das camadas superficiais, adição de terra fértil, adubação e correção da acidez. Para uma rápida cobertura e recuperação do solo, através de um sistema radicular que controla os processos erosivos, foram utilizadas espécies vegetais rasteiras de gramíneas, além de espécies leguminosas e crucíferas. As leguminosas, por serem importantes fixadoras de nitrogênio, e as crucíferas, por desempenharem importante papel na produção de massa verde e no rompimento de possíveis camadas compactadas do solo por meio de suas raízes pivotantes.
A recomposição florística foi realizada com espécies pioneiras, secundárias e climácicas, produzidas no viveiro de mudas. Para o plantio, foram utilizadas técnicas adequadas de espaçamento, preparo das covas e adubação. A manutenção das mudas é feita periodicamente com coroamento, roçadas, controle de formigas, adubação complementar, aceiros e substituição de plantas mortas.
Todas as atividades de manutenção e plantio são realizadas sem a utilização de inseticidas, conforme determinação do IBAMA.
Para evitar que as áreas citadas fossem ainda mais degradadas, o planejamento das obras incluiu um plano de ocupação dos espaços que integrou técnicas de conservação dos remanescentes vegetais e de restabelecimento, se não igual, pelo menos o mais próximo possível das condições anteriores. As ações iniciaram com a coleta de sementes, de estacas ou mudas de espécies nativas retiradas de áreas próximas dos locais onde foi feita a remoção da vegetação para compor o viveiro do PRAD.
Durante a implantação da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, esse viveiro também foi utilizado para atividades de educação ambiental com estudantes, professores e visitantes. Após a conclusão das obras, o viveiro disponibilizou espécies vegetais para recomposição de algumas das áreas degradadas, reintegrando-as aos remanescentes florestais, de forma a restabelecer a dinâmica ambiental, estética e social desses lugares.
Nos taludes que apresentavam instabilidade foram construídas estruturas de drenagem, aplicando técnicas de controle de erosão e conservação do solo, além do plantio de espécies vegetais. O preparo do solo foi feito por meio da descompactação das camadas superficiais, adição de terra fértil, adubação e correção da acidez. Para uma rápida cobertura e recuperação do solo, através de um sistema radicular que controla os processos erosivos, foram utilizadas espécies vegetais rasteiras de gramíneas, além de espécies leguminosas e crucíferas. As leguminosas, por serem importantes fixadoras de nitrogênio, e as crucíferas, por desempenharem importante papel na produção de massa verde e no rompimento de possíveis camadas compactadas do solo por meio de suas raízes pivotantes.
A recomposição florística foi realizada com espécies pioneiras, secundárias e climácicas, produzidas no viveiro de mudas. Para o plantio, foram utilizadas técnicas adequadas de espaçamento, preparo das covas e adubação. A manutenção das mudas é feita periodicamente com coroamento, roçadas, controle de formigas, adubação complementar, aceiros e substituição de plantas mortas.
Todas as atividades de manutenção e plantio são realizadas sem a utilização de inseticidas, conforme determinação do IBAMA.

Meio Biótico
Recomposição Vegetal da Área de Preservação Permanente (APP)
Nas Áreas de Preservação Permanentes do empreendimento, a SEFAC vem fazendo a recomposição vegetal, utilizando técnicas de cercamento, nucleação e plantio integral de acordo com o grau de preservação dessas áreas. A recomposição é feita com mudas de espécies nativas, produzidas em viveiros, a partir de sementes coletadas na área de abrangência do empreendimento pelo Programa de Conservação da Flora. As plantas são separadas em grupos ecológicos, considerando as espécies pioneiras, que dão condições de sombra para as espécies climácicas e secundárias, que, por sua vez, fornecem sombreamento para as tardias.
As APPs mais preservadas, assim como as áreas reflorestadas, são protegidas com cerca de forma a delimitar, conservar e permitir o desenvolvimento da vegetação nativa. Nas áreas cercadas são mantidos corredores para dessedentação do gado conforme indicado no PACUERA – Plano de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial.
Dessa forma a recomposição da APP busca a preservação da biodiversidade por meio da criação de corredores ecológicos conectando fragmentos preservados através do cercamento, nucleação e recomposição das APPs. Permite, assim, livre acesso de animais silvestres por áreas relativamente maiores, além do fluxo gênico das espécies vegetais nativas, garantindo a variabilidade genética e, consequentemente, a perpetuação das espécies.
As APPs mais preservadas, assim como as áreas reflorestadas, são protegidas com cerca de forma a delimitar, conservar e permitir o desenvolvimento da vegetação nativa. Nas áreas cercadas são mantidos corredores para dessedentação do gado conforme indicado no PACUERA – Plano de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial.
Dessa forma a recomposição da APP busca a preservação da biodiversidade por meio da criação de corredores ecológicos conectando fragmentos preservados através do cercamento, nucleação e recomposição das APPs. Permite, assim, livre acesso de animais silvestres por áreas relativamente maiores, além do fluxo gênico das espécies vegetais nativas, garantindo a variabilidade genética e, consequentemente, a perpetuação das espécies.

UHE Serra do Facão
GO 301 Km 7
Zona Rural
CEP 75730-000
(64) 3442 7256
Davinópolis – GO
Escritório Catalão
Av. 20 de Agosto, 1293,
2º andar | Centro
CEP 75701-010
(64) 3441 7200 | 0800 646 9010
Catalão – GO
Escritório Rio de Janeiro
Av. Afonso Arinos de Melo Franco, 222
Bloco 2B, Sala 266 Condomínio Barra Prime Barra da Tijuca | CEP 22631-455
(21) 3509 3050
Rio de Janeiro – RJ
