Ações da Serra do Facão Energia em tempos de pandemia do novo coronavírus – o SARS-CoV-2 – para a área socioambiental

O novo coronavírus tem a capacidade de se espalhar rapidamente. Entre tantas hipóteses levantadas por pesquisadores da área de saúde para decifrar os enigmas da doença, essa é uma certeza. Por isso a recomendação do isolamento social para conseguir o achatamento da curva evolutiva do vírus. A aglomeração é um fator de disseminação veloz da COVID-19.


Como medida protetiva para seus funcionários, consequentemente familiares, amigos, vizinhos, e a quem possam esbarrar pelas ruas, a SEFAC recomendou, no dia 25 de março, o trabalho remoto ou home office para os que trabalham nos escritórios de Catalão e do Rio de Janeiro.

Porém, havia atividades de campo que, se possível, precisariam ser executadas em atendimento às determinações do Ibama, claro, considerando os cuidados preventivos indicados pela OMS, como distanciamento social, higienização das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos ou com álcool 70%, e uso de máscara.


Em relação a essas atividades, a SEFAC, após receber, no dia 2 de abril, o Comunicado No.7337671/2020-GABIN, do Ibama, com o “Informe geral do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis quanto ao cumprimento das obrigações ambientais relativas ao licenciamento ambiental federal durante à pandemia causada pela COVID-19”, tomou suas providências.


O comunicado apresentou um conjunto de diretrizes temporárias relacionadas ao cumprimento das obrigações legais pelas empresas licenciadas pelo órgão.
Portanto, seguindo o que determinava essas diretrizes, algumas das atividades de campo, quando não houvesse agrupamento de pessoas, foram realizadas, tais como: campanha quinzenal e preventiva de monitoramento limnológico e de qualidade da água; monitoramento de cercas e controle de formigas nas Áreas de Preservação Permanente, relativas ao Programa de Recomposição Vegetal; coleta de germoplasma e marcação de matrizes; monitoramento mensal para controle de espécies exóticas invasoras; vistorias nas APPs para identificar o uso irregular pelos proprietários ou terceiros, bem como de vistorias dos serviços de topografia e construção de cercas.

A SEFAC estava ciente de que todas essas atividades não colocavam em risco a saúde de seus executores. Quanto aos programas ambientais que não puderam evitar o contado direto e próximo com pessoas, ou seja, não permitindo o devido distanciamento social, interromperam suas atividades de campo, permanecendo as equipes em home office produzindo relatórios.

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