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20/04/2008
Pesquisa arqueológica vai estudar costumes dos antigos habitantes da região

As práticas adotadas pelos antepassados que habitaram a região, sua forma de organização social e de convívio com outros grupos sociais são algumas das descobertas que a Sefac pretende fazer com a realização do Programa de Preservação do Patrimônio Arqueológico, desenvolvido em parceria com a Fundação Aroeira, mantenedora da Universidade Católica de Goiás.
Até agora, os profissionais envolvidos no trabalho estão fazendo o levantamento arqueológico em toda a área do futuro reservatório da Usina Hidrelétrica Serra do Facão. O objetivo é dispor de informações sobre o processo de ocupação da bacia do rio São Marcos em duas fases distintas: na pré-história e na história.

O estudo da arqueologia pré-histórica, cujo período de análise se encerra no ano 1.500, compreende o trabalho de escavação de sítios arqueológicos localizados na área de influência do Aproveitamento Hidrelétrico, além de salvamento e identificação de artefatos, como objetos em cerâmica, pedra polida, pedra lascada e outros. Após concluída a análise, os artefatos encontrados ficarão expostos no museu da Universidade Católica de Goiás e, parte deles poderão ser encaminhados a museus e universidades da região, desde que autorizados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Já a arqueologia histórica prevê a obtenção de informações sobre as famílias pioneiras da região, sua cultura, costumes, artesanato e traços arquitetônicos. Alguns objetos ainda existentes facilitam a pesquisa, como as casas construídas no século XVIII, ruínas de senzalas, muros de pedras erguidos por escravos, vasos de barro, caminhos trilhados por bandeirantes e outros.

O trabalho de levantamento e salvamento




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